terça-feira, 15 de janeiro de 2019

DIANTE DOS QUE PARTEM

DIANTE DOS QUE PARTEM
A morte é uma presença constante nas nossas vidas. Costuma-se ver avós, pais, irmãos, amigos e até filhos partirem. Para quem localiza a vida apenas na matéria, é o fim. Para quem acredita na sobrevivência da alma, uma mudança: Quem crê no juízo final pensa que os entes queridos ficam aguardando em sono por ele. Nós que acreditamos na vida espiritual e na reencarnação sabemos que nada muda na essência. O ser continua vivo, tal como na Terra, mas livre do peso do corpo.
Pensando assim, poderemos ter saudade, ficar tristes pelo afastamento do querido, mas jamais ter revolta ou desespero, pois sentimentos deste tipo ou de apego excessivo atraem e perturbam o falecido. Podem, se acolhidas por ele, impedir a progressão do desencarnado ao local devido.
Jesus nos ensinou: “Deixai que os mortos enterrem seus mortos”, porque no plano espiritual o espírito é acolhido pelos desencarnados, inclusive, se possível, pelos seus queridos que o antecederam.
Diante do desencarne, reza pela libertação do falecido de seu corpo e deseje-lhe boa viagem. É o melhor para todos.
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Assim como não se pode pretender prender o
passarinho em nossas mãos, devemos libertar os nossos
mortos queridos dos pesos da revolta e da tentativa
de mantê-los junto a nós. Deixemos o ciclo seguir o rumo.

Trecho do livro “Diante da vida”.
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