“Quando Jesus e seus
discípulos chegaram a Cafarnaum, os coletores do imposto de duas dracmas vieram
a Pedro e perguntaram: "O mestre de vocês não paga o imposto do templo?
" "Sim, paga", respondeu ele. Quando Pedro entrou na casa, Jesus
foi o primeiro a falar, perguntando-lhe: "O que você acha, Simão? De quem
os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos
outros? " "Dos outros", respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus:
"Então os filhos estão isentos.
Mas, para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o meu imposto e o seu". (Mt 17:24-27)
Mas, para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o meu imposto e o seu". (Mt 17:24-27)
Jesus e seus apóstolos faziam voto de
pobreza (Mt 10:9-10). Não usavam dinheiro, não possuíam bens, mas, como o
trabalhador é digno de seu alimento, nada lhes faltava do essencial. Eram
acolhidos, abrigados e alimentados onde chegassem e sua presença fosse
benvinda. Onde não o fossem, não ficavam (Mt 10:11-14). Diante da cobrança que
lhes era feita, Jesus indicou a Pedro a forma de satisfazer a necessidade.
Em nossas vidas, bem diferentes da de
Jesus, inclusive por ser a sociedade hoje bem mais complexa, não seria possível
repetir, literalmente, seus atos, até por não termos a sua capacidade. Convém
nos provermos, com antecedência, dos meios que sabemos serem necessários à
jornada, mas, já reparaste que para quem o faz, não falta ajuda diante dos
imprevistos?
É novamente de fé que falamos. Diante das
necessidades não previstas, não adianta desesperar. Busque ajuda e terá os
meios para superar (Mt 7:7). Imagine-se caído no fundo de um buraco. Se velar
os olhos com lágrimas de desespero, deixará de encontrar a corda que lhe
permitirá sair da situação. Melhor manter a serenidade e buscar a saída, a qual
sempre existirá. Deus não condena seus filhos ao abandono, mesmo quando estes o
abandonam, desviando-se do caminho reto. O recurso necessário sempre estará ao
nosso dispor, ainda que não o vejamos, por estar perdidos no desespero e na
descrença. Na hora da dificuldade, faça o que estiver ao seu alcance, depois,
ore e vigie, entregando a Deus a solução do que possa lhe parecer insolúvel.
Para Ele, nada é impossível. As dificuldades do caminho existem para nos
fortalecer. Certa vez, conta a lenda, um homem acordou e viu uma pedra
gigantesca, que quase lhe bloqueava a porta de casa. Ao dormir, veio um anjo,
que lhe disse: “Empurre-a”, e assim ele fez. Acordava um pouco mais cedo e
dedicava-se à inglória tarefa, visto que a pedra não se movia. Mas ele não
desistia. Passado um tempo, voltou a sonhar com o anjo e disse a ele: “Não
consigo mover a pedra, ela é muito pesada”, ao que o anjo lhe replicou: “A pedra
foi removida. Ela existia para lhe provocar o esforço e testar sua persistência
e fé. Veja que estavas gordo, fraco, doentio, e hoje, com o esforço, passou a
gozar de boa saúde. Aprenda com esta lição, e não deixe de se exercitar, ou
outras pedras surgirão”.
Assim é, na nossa vida. As pedras do
caminho existem para nos testar e fortalecer, desaparecendo quando o objetivo é
atingido e retornando se relaxarmos.
Nunca duvide de sua força, mas, menos
ainda, da força de Deus. “Nunca diga para Deus que tem um grande problema, mas,
antes, diga para o problema que você tem um grande Deus”, nos ensina a
sabedoria popular.
Do
livro “A Filosofia na Bíblia”
Visite
nosso Blog: https://diantedavidalivro.blogspot.com.br/
Participe
do nosso Grupo: www.facebook.com/groups/diantedavida
Junte-se
à nossa Comunidade:
https://plus.google.com/u/0/communities/103673859023828350714

Nenhum comentário:
Postar um comentário