DIANTE DO ERRO ALHEIO
“Mais
fácil ver um argueiro no olho de vosso irmão do que uma trave no vosso olho”.
Assim é
na vida. O erro do nosso próximo é sempre mais visível do que o nosso. E o
nosso tem sempre desculpas, atenuantes, explicações. Mas, nosso irmão erra e
não perdoamos. Esquecemos que seremos julgados na medida dos nossos
julgamentos.
Como
proceder diante do erro alheio? Depende. Se nos cabe o dever de corrigir, como
um filho ou aluno, devemos orientá-lo com amor e discrição, apontar o rumo
certo sem alarde e sem ostentar superioridade. Se é amigo ou outro familiar,
dependendo da circunstância podemos colaborar como acima, ou calar.
Se é um
estranho, busquemos o silêncio e aprender com o erro deste. Jamais comentar
diante dos outros, constranger.
Entender,
apoiar e orientar, sempre com tolerância e compreensão e na medida da nossa
responsabilidade. Corrigir, apenas em raros casos, e com cuidado.
--//--
Não nos
cabe ver o erro alheio, mas o nosso.
Não se
coloque como juiz, pois além de perder seu tempo,
definirá
a forma como seus erros serão avaliados.
Trecho
do livro “Diante da vida”.
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